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Press Releases
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23 DE ABRIL | 6º PRESS RELEASE (PT)

JOANA DE SÁ PEREIRA COM PRIMEIRO TOP-10 | SUSANA RIBEIRO TOP-15

 

A Nº1 NACIONAL FEZ O SEU SEGUNDO TOP-10 DE CARREIRA EM TORNEIOS DO LETAS. MEGHAN MACLAREN VENCEU O EVENTO DE 35 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, QUE HOJE TERMINOU NO CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA E É A NOVA Nº1

 

Joana de Sá Pereira igualou o recorde nacional que já lhe pertencia da melhor classificação de sempre de uma portuguesa em torneios do Ladies European Tour Access Series, a segunda divisão europeia, ao concluir hoje (Domingo) o Açores Ladies Open no grupo das 7ª classificadas.

 A portuguesa residente em França, que brilhou hoje com 1 eagle no buraco 8 (Par-5), completou a última volta em 73 pancadas, 1 acima do Par do campo do Clube de Golfe da Ilha Terceira, numa terceira jornada mais difícil, com mais vento, mais frio e mais chuva. Nos dias anteriores tinha devolvido cartões de 75 e 70, pelo que totalizou 218, 2 acima do Par, recebendo um prémio de 1.13267 euros.

 «No início da semana o meu objetivo era fazer um top-10 ou um top-5. Fazer um top-7 não é nada mau. O vento de hoje tornou as coisas um pouquinho mais difíceis, fiz 2 bogeys provocados por ter-me enganado nos tacos, culpa minha. Hoje foi uma montanha russa completa, estava com -1 no buraco 14 e depois fiz 2 bogeys nos buracos 15 e 16. Mas 2017 está a começar muito bem», congratulou-se a jogadora do Old Course Cannes Mandelieu e Royal Mougins, que já tinha sido 7ª classificada em Hamburgo, em 2017, pouco tempo depois de ter-se tornado profissional.

 Joana de Sá Pereira e Susana Ribeiro tinham feito ontem (Sábado) um recorde nacional, ao passarem ambas o cut, e Susana Ribeiro tentava hoje repetir o top-10 alcançado neste torneio no ano passado em São Miguel. 

 Não conseguiu porque teve um mau início de última volta e após quatro buracos ia com 4 acima do Par, mas depois mostrou-se forte mentalmente e terminou com um cartão de 76 (+4). Tinha feito 71 no primeiro dia e 75 no segundo, pelo que totalizou 222 (+6), no grupo das 15ª classificadas, embolsando 729 euros.

 É normal que a bicampeã nacional de profissionais sinta que poderia fazer melhor, pois começou no 7º lugar, desceu para 13ª e terminou no 15º posto, mas há muito de positivo a retirar desta semana, a começar pelo facto de ter passado o cut em três dos últimos quatro torneios que disputou no LETAS (no final do ano passado e agora logo neste primeiro torneio de 2017).

 «Dei o meu máximo, de uma forma geral fiquei contente com a minha prestação, mas foi pena hoje ter começado tão mal. Fiz 3 putts no buraco 1, depois fiz 1 duplo-bogey no buraco 3, logo a seguir fiz 1 mau bogey, portanto, as coisas estavam um pouco tremidas. No buraco 5 fiz um bom Par com um putt comprido e a seguir consegui logo 1 birdie, o que deu-me um bocadinho de ânimo. A partir daí andei a correr atrás do prejuízo e não estava habituada a isso esta semana», disse a profissional do Guardian Bom Sucesso Golfe, que acrescentou: «Esta semana foi um bom teste e tirei nota positiva».

 O 7º Açores Ladies Open consagrou como campeã a inglesa Meghan Maclaren, de 22 anos, com um resultado agregado de 214 pancadas, 2 abaixo do Par, após voltas de 70, 70 e 74, que lhe valeram um prémio monetário de 5.600 euros, o mais elevado de sempre de uma vencedora nesta prova.

 Foi o segundo título da filha de David MacLaren – diretor executivo do European Seniors Tour – em torneios do LETAS, mas o primeiro como profissional, uma vez que no ano passado, quando se impôs em Saragoça, era ainda amadora. É, aliás, impressionante que Meghan tenha já dois títulos LETAS em apenas quatro torneios disputados, ela que foi uma estrela do golfe universitário norte-americano, colecionando oito títulos. Parece predestinada para uma bela carreira, já tem cartão para jogar algumas provas da primeira divisão europeia, o LET, e com a vitória de hoje apoderou-se do posto de nº1 da Ordem de Mérito (ranking) do LETAS de 2017.

 Líder desde a primeira volta, Meghan MacLaren perdeu o comando durante parte desta última jornada para a francesa Eva Gilly. Um final de torneio emocionante, com as duas jogadoras a chegarem empatadas ao buraco 16, mas Gilly fez 1 duplo-bogey no 16, enquanto MacLaren fechou com bogey-birdie-Par nos últimos três buracos. Hoje só houve duas voltas abaixo do Par, ambas de 71 (-1), uma delas da galesa Chloe Williams, que terminou empatada no 2º lugar com Gilly com 216 (Par).

 Na cerimónia de entrega de prémios, estiveram presentesFilipe Macedo, diretor regional de Turismo; Diana Valadão, das Ilhas de Valor; Ana Cabral Rodrigues, do Grupo SATA; Carlos Raulino, presidente do Clube de Golfe da Ilha Terceira; Melissa Eccles, diretora de torneios do LETAS; e José Carmona Santos, promotor, da Stream Plan.


22 DE ABRIL | 5º PRESS RELEASE (PT)

DUAS PORTUGUESAS PASSAM O CUT JOANA NO TOP-10

 

RECORDE NACIONAL: PELA PRIMEIRA VEZ DUAS PORTUGUESAS VÃO COMPETIR NO ÚLTIMO DIA NO TORNEIO DO LETAS DE 35 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, QUE AMANHÃ TERMINA NO CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA

 

Joana de Sá Pereira e Susana Ribeiro fixaram hoje (Sábado) mais um recorde para o golfe nacional, ao haver pela primeira vez duas portuguesas a passarem o cut num torneio do Ladies European Tour Access Series, a segunda divisão europeia. Susana Ribeiro desceu para o grupo das 13ª classificadas, com 146 pancadas, 2 acima do Par, após voltas de 71 e 75, enquanto Joana de Sá Pereira ascendeu ao 9º posto (empatada) com 145 (75+70), +1.

 E se ontem (sexta-feira) Susana Ribeiro estava no top-10 do Açores Ladies Open, no 7º lugar (empatada), hoje foi a vez que Joana de Sá Pereira entrar nessa elite, ao efetuar a sua quarta melhor volta de sempre neste circuito a contar para o ranking mundial feminino de profissionais e também para o ranking olímpico.

 A portuguesa residente em França fez 70 pancadas, 2 abaixo do Par do Clube de Golfe da Ilha Terceira, numa volta em que converteu 3 birdies e sofreu apenas 1 bogey, o seu melhor cartão de sempre em quatro voltas nesta competição, uma vez que em 2015, quando falhou o cut, neste mesmo campo, apresentou resultados de 77 e 81 e ontem tinha feito 75. Diga-se também que 70 iguala o melhor resultado das duas primeiras voltas deste torneio!

 De uma assentada, Joana de Sá Pereira saltou de uma posição fora do cut provisório (era 33ª ontem) para o top-10 e está a apenas 5 pancadas da líder, que continua a ser a inglesa Meghan MacLaren, embora desta feita isolada (-4), após uma segunda jornada seguida de 70.

 A jogadora do Golf Swing Institute em Cannes poderá quebrar amanhã o seu próprio recorde nacional do melhor resultado luso de sempre em torneios de circuitos europeus, quando foi 7ª em Hamburgo, em 2015, mas não está muito preocupada com essa perspetiva:

 «Vou descontraída para o campo como hoje porque não serve de nada meter-me pressão», prometeu, tendo apreciado a sua prestação de hoje, apesar de 30 putts: «Eu estou muito contente porque batalhei com campo o tempo todo, falhei 3 ou 4 birdies que eram relativamente fáceis, mas fiz chips muito bons, consegui salvar buracos quando estava um bocado em situação complicada. Fui mais consistente hoje, e foram 3 birdies e 1 bogey, não houve grande história».

 As duas portuguesas começaram a segunda volta do buraco 10 e ambas fizeram logo 1 birdie no buraco 11 (Par-3). Nessa altura, Susana Ribeiro regressou por instantes à liderança do torneio com -2, como tinha sucedido na véspera, mas o seu “buraco-pesadelo”, o 14, voltou a desafiá-la e perdeu ali 2 pancadas.

 Num dia de mais sol e mais vento, foi uma volta sofrida para a bicampeã nacional de profissionais que mostrou garra, uma vez que depois do dulo-bogey no 14 vieram mais bogeys no 17 e no 1, mas reagiu e arrancou birdies no 2 e no 5, perdendo mais pancadas no 3 e no 9. Uma verdadeira montanha-russa!

 «Confesso que hoje joguei mal, apesar do resultado não ter sido uma desgraça, mas é algo em que tenho vindo a trabalhar, para que num dia em que não esteja a bater bem, ainda assim consiga um resultado médio. Falhei muitos greens, estava a jogar demasiado para a direita, fui a muitos bunkers, também tive duas situações de muito azar», disse a portuense que reside na Amadora, que há um ano foi 1ª classificada no torneio açoriano.

 O 7º Açores Ladies Open continua a ser liderado pela inglesa Meghan Maclaren, mas agora isolada, com 140 (70+70), -4, dispondo de uma magra vantagem de 1 pancada sobre a francesa Eva Gilly (70+71) e a italiana Lucrezia Rosso (70+71), que está a combater uma forte amigdalite com bons resultados no campo.

 «Sinto que foi uma volta diferente da de ontem, porque hoje talvez esteja um pouco mais frustrada. Ontem fechei com 2 birdies e hoje fiz 6 pancadas no meu buraco 17 (o 8 do campo) que considero ser um buraco para birdie. Estou um pouco desapontada mas estou na liderança e não posso queixar-me, embora sinta que ainda não joguei o meu melhor golfe», disse a campeã do torneio de Saragoça no ano passado, que procura amanhã o seu segundo título profissional de carreira no LETAS, ela que até já tem categoria para competir em alguns torneios do LET (a primeira divisão europeia), como sucedeu na semana passada em Marrocos. 

 A 7ª edição do Açores Ladies Open registou um recorde de 66 participantes de 22 países, num ano em que já tinha outro recorde, o da elevação dos prémios monetários para 35 mil euros. O segundo torneio do Ladies European Tour Access Series (LETAS) de 2017 conclui-se amanhã (Domingo), com a terceira volta a começar às 8h30, sempre do buraco 1. Susana Ribeiro sai às 9h47, enquanto Joana de Sá Pereira começa às 9h58. Todas as saídas poderão ser seguidas em live streaming na conta de Facebook do Açores Ladies Open, uma experiência bem-sucedida hoje na segunda volta e uma iniciativa inédita em torneios de golfe nacionais a contar para rankings mundiais.

 

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 21 DE ABRIL | 4º PRESS RELEASE (PT)

SUSANA RIBEIRO ESTÁ NO TOP-10 CHEGOU A LIDERAR 

 

PELA PRIMEIRA VEZ UMA PORTUGUESA ESTEVE NO TOPO DA TABELA DE UM TORNEIO DO LETAS NO TORNEIO DE 35 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS QUE HOJE COMEÇOU NO CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA

 

Susana Ribeiro tornou-se hoje (sexta-feira) na primeira portuguesa a liderar durante algum tempo um torneio a contar para o ranking mundial feminino de profissionais e também para o ranking olímpico, quando andou quase uma hora e meia no topo da classificação do 7º Açores Ladies Open com 2 pancadas abaixo do Par do campo do Clube de Golfe da Ilha Terceira (CGIT).

 A bicampeã nacional de profissionais acabou a primeira volta com 1 pancada abaixo do Par (71), o seu melhor início de sempre neste torneio de 35 mil euros em prémios monetários, organizado pela Stream Plan, e colocou-se na luta pelo título, pois está empatada no 7º lugar, a apenas 1 pancada de um extenso grupo de seis líderes com 70 pancadas, 2 abaixo do Par, composto pelas francesas Émilie Alonso e Eva Gilly, a belga Manon de Roey, a italiana Lucrezia Rosso, a inglesa Meghan MacLaren e a checa Lucie Hinnerova.

 Quanto a Joana de Sá Pereira, fez a sua melhor volta de sempre no Açores Ladies Open, de 75 pancadas, 3 acima do Par, integra o grupo das 33ª classificadas e está, por isso, em boa posição de amanhã passar pela primeira vez o cut no único torneio do Ladies European Tour Access Series (a segunda divisão europeia) em que joga em casa.

 «Entrei bem, comecei logo com 1 birdie, comecei bem, dei bons shots, no início tive muitas oportunidades para birdie, falhei algumas, mas de uma forma geral estou muito contente com a minha prestação. É a minha melhor volta neste campo mas poderia ter sido ainda melhor, se tivesse conseguido converter alguns dos muitos putts para birdie que tive, e alguns muito perto; tive também 1 putt para eagle de 3 metros», disse Susana Ribeiro, de 26 anos, que hoje fez 3 birdies e 2 bogeys.

 «Torneio-me profissional há quase dois anos, é apenas a segunda vez que estou a jogar em Portugal e é um enorme prazer, é mesmo jogar em casa», disse Joana de Sá Pereira, que reside em França e que viveu um início de volta atribulado, mas com os últimos nove buracos jogados a Par: «O final de volta foi muito bom e com tudo aquilo que me aconteceu no campo +3 não foi mau. Desde uma bola fora do campo, a outra num bunker de onde era impossível sair, uma bola que ficou na copa de uma árvore…». 

 Os greens de leitura difícil do CGIT têm sido a maior dificuldades das jogadoras e só nove das 66 participantes conseguiram bater o Par-72 do belo campo terceirense, num dia em que quase não choveu e esteve muito pouco vento.

 Entre as seis líderes, destaca-se a inglesa Meghan MacLaren, que ainda na semana passada esteve a jogar um torneio da primeira divisão europeia (LET) em Marrocos, depois de ter passado a Escola de Qualificação no final da época transata, mas como não tem acesso a todos os torneios optou e bem por continuar a competir na segunda divisão, vindo pela primeira vez jogar a Portugal. E que estreia, com 6 birdies na primeira volta.

 «Joguei bem, só cometi um erro no buraco 15 (1 duplo-bogey), porque o meu drive foi para fora de limites, mas recuperei bem com 2 bons birdies depois disso, o que retirou-me o sabor amargo da boca. É agradável estar nesta posição, é desafiador mas há ainda muito caminho pela frente», disse a filha do responsável máximo do European Senior Tour, cuja Escola de Qualificação decorre todos os anos no Algarve.

 A 7ª edição do Açores Ladies Open registou um recorde de 66 participantes de 22 países, num ano em que já tinha outro recorde, o da elevação dos prémios monetários para 35 mil euros. O segundo torneio do Ladies European Tour Access Series (LETAS) de 2017 prossegue amanhã (Sábado), com a segunda volta a começar às 8h30. Susana Ribeiro sai às 8h41 do buraco 10, enquanto Joana de Sá Pereira começa às 9h03, também do 10.

20 DE ABRIL | 3º PRESS RELEASE (PT)

7º Açores Ladies Open

RECORDE DE 66 PARTICIPANTES

 A FRANCESA ANAELLE CARNET E O AÇORIANO DIOGO ÁVILA GANHARAM O PRO-AM DE HOJE. O TORNEIO DE 35 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS ARRANCA AMANHÃ ÀS 8H30 NO CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA

A 7ª edição do Açores Ladies Open registou um recorde de 66 participantes de 22 países, num ano em que já tinha outro recorde, o da elevação dos prémios monetários para 35 mil euros. O segundo torneio do Ladies European Tour Access Series (LETAS) de 2017 arranca amanhã (sexta-feira), às 8h30, mas hoje (quinta-feira) o Clube de Golfe da Ilha Terceira CGIT) já recebeu o Pro-Am, com a vitória a sorrir à francesa Anaelle Carnet.

 «Estou muito feliz de estar aqui, pois é a primeira vez que jogo este torneio e hoje estou muito contente pelo Diogo porque acho que fizemos uma equipa muito boa», disse Anaelle Carnet, que emparceirou com o amador português Diogo Ávila para somar 58 pancadas, 14 abaixo do Par (sistema medal net).

 Uma vitória clara, com uma vantagem de 4 sobre duas equipas, a de Maghan McLaren (Inglaterra)/Horácio Leal e a de Manon de Roey (Bélgica)/António Pedro Rocha (resultados completos em anexo).

 Anaelle Carnet é uma grande amiga de Joana de Sá Pereira, a portuguesa residente em França que hoje jogou com o amador Diogo Costa e terminou no 41º posto com 70 (-2).

 Susana Ribeiro, por seu lado, escolheu como parceiro um amigo de longa data, Jorge Soares, que foi seu caddie neste mesmo torneio há dois anos, e concluíram o Pro-Am no 19º lugar com 67 (-5), entre 58 equipas.

 No torneio a sério, reservado às profissionais, que amanhã começa, a primeira portuguesa a sair é exatamente a bicampeã nacional Susana Ribeiro, às 9h47, do buraco 1, tendo como parceiras de jogo a francesa Rebecca Wallace e a sueca Johanna Bjork. 

Joana de Sá Pereira sai às 10h09, também do buraco 1, com a sua amiga Anaelle Carnet e a amadora Georgia Oboh, uma jovem nigeriana que é uma promessa do golfe internacional, e que só pode competir graças a um convite especial que lhe foi oferecido pelo promotor do Açores Ladies Open, José Carmona Santos.

 Das 66 inscritas, para além das duas únicas portuguesas classificadas no ranking mundial feminino de profissionais, merecem destaque a sueca Emma Westin e a inglesa Meghan MacLaren, que hoje foi 2ª classificada no Pro-Am.

 Emma Westin foi a primeira jogadora a conquistar três títulos do LETAS (a segunda divisão europeia) numa única época, em 2014, ano em que foi a nº1 da Ordem de Mérito e subiu ao LET, a primeira divisão.

 Meghan MacLaren é mesmo uma jogadora com categoria para jogar no LET, depois de ter passado a Escola de Qualificação, ela que há um ano era ainda amadora e mesmo assim ganhou um torneio do LETAS em Espanha.

 O Açores Ladies Open é o único torneio português a contar para o ranking mundial feminino e para o ranking olímpico e realiza-se pela terceira vez no Clube de Golfe da Ilha Terceira (CGIT), depois de 2013 e 2015.

 

 A organização do evento organizado pela Stream Plan conta com o reconhecimento oficial da PGA de Portugal (associação nacional de profissionais de golfe) e da Federação Portuguesa de Golfe, organismo máximo do golfe nacional.

 

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18 DE ABRIL | 2º PRESS RELEASE (PT)

7º Açores Ladies Open

PORTUGUESAS INICIAM ÉPOCA COM AMBIÇÃO

 

A BICAMPEÃ NACIONAL DE PROFISSIONAIS, SUSANA RIBEIRO, SONHA VENCER UM DIA A PROVA, ENQUANTO A Nº1 NACIONAL, JOANA DE SÁ PEREIRA, VAI ESTA SEMANA AO CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA PARA TESTAR UM NOVO SWING

Joana de Sá Pereira e Susana Ribeiro, as duas únicas portuguesas cotadas no ranking mundial feminino de golfe, irão estar juntas esta semana apenas pela segunda vez num torneio nacional, quando partirem na próxima sexta-feira para a 7ª edição do Açores Ladies Open. Será o início de época para qualquer uma delas no Ladies European Tour Access Series (LETAS).

 Trata-se do único torneio português a contar para o ranking mundial feminino e para o ranking olímpico. Este ano o seu total de prémios monetários elevou-se para 35 mil euros e regressa pela terceira vez ao Clube de Golfe da Ilha Terceira (CGIT), onde também se realizou em 2013 e 2015.

 E foi exatamente em 2015 que as duas portuguesas estiveram juntas pela primeira vez em Portugal. As memórias não foram as melhores, na medida em que falharam o cut. 

 Em contrapartida, no ano passado, no palco em que o Açores Ladies Open nasceu, no Batalha Golf Course, na ilha de São Miguel, Susana Ribeiro estabeleceu um novo recorde nacional na prova, ao ser a primeira portuguesa a terminar no top-10, num 10º lugar partilhado com outras três jogadoras, ao totalizar 221 pancadas, 5 acima do Par, após voltas de 79, 70 e 72.

 É a melhor classificação de sempre de uma portuguesa no Açores Ladies Open mas em torneios do LETAS já houve melhor, dado que Joana de Sá Pereira foi 7ª no CreditGate24 Golf Series Hamburg Open (Alemanha) em 2015. 

 As duas portuguesas sabem, por isso, que têm nível para lutar com as melhores da segunda divisão europeia feminina e estão dispostas a tornarem-se nas primeiras golfistas nacionais a passarem o cut no CGIT.

 «O Açores Ladies Open é o meu primeiro torneio do ano. Por isso, vou concertar -me nas rotinas e lutar pelo melhor lugar possível. Mas o meu sonho seria ganhar este torneio e sei que tenho capacidade para conseguir lutar por isso», disse a bicampeã nacional de profissionais, a 1031ª no ranking mundial.

 Há um ano, depois de consumado o seu inédito top-10 nos Açores, a profissional do Guardian Bom Sucesso Golf disse aos media: «É o meu melhor torneio de sempre no LETAS, aquele em que obtive a melhor classificação, com o melhor resultado. Claro que é ótimo bater recordes e ficar na história».

 Na semana passada, Susana Ribeiro participou no 1º Guardian Bom Sucesso Classic, um torneio internacional de 10 mil euros em prémios monetários, integrado no Portugal Pro Golf Tour, e não se saiu nada mal – foi 15ª empatada, a Par do campo, entre 34 jogadores, entre os quais um campeão de Major e jogador de Ryder Cup, o escocês Paul Lawrie.

 O Portugal Pro Golf Tour, para Susana Ribeiro, serve sobretudo de preparação para o LETAS e embora a bicampeã nacional de profissionais não tenha podido jogar o primeiro torneio do LETAS de 2017, o Terre Blanche Ladies Open, no mês passado, por a sua categoria não permitir-lhe a entrada direta, é com uma enorme motivação que parte para esta nova temporada: «Para este ano, o meu objetivo será conseguir o cartão do Ladies European Tour (LET) para 2018».

 Uma salutar ambição gigantesca, pois só o top-5 da Ordem de Mérito do LETAS no final de 2017 irá apurar-se para a primeira divisão europeia em 2018.

 O caso de Joana de Sá Pereira é bem diferente, na medida em que ainda não competiu este ano, pelo que o Açores Ladies Open será um teste ao seu estado de forma atual.

 «Durante a pré-temporada, neste inverno, trabalhei muito na minha preparação física e mental e fiz enormes progressos nesses departamentos. No que se refere ao golfe (técnica), tenho afinado todas as partes do swing com o meu treinador. Penso (cada vez) menos no meu swing, o que permite-me jogar mais descontraída. O meu swing progrediu muito e passei um nível mental no que se refere ao swing e à estratégia de jogo», assegurou a 965ª do ranking mundial.

 Joana de Sá Pereira reside em França, como Filipe Lima, e não tem vindo jogar torneios do PGA Portugal Tour ou do Portugal Pro Golf Tour, apesar de já ser sócia da PGA de Portugal desde o ano passado. 

 A profissional do Golf Swing Institute prometeu participar este ano no Solverde Campeonato Nacional PGA, mas enquanto isso não se concretiza, irá jogar pela segunda vez na Terceira, as únicas vezes que soube o que é jogar em casa: «Estou muito contente de regressar aos Açores. Tenho boas memórias e é sempre bom voltar a jogar em casa». 

 O Açores Ladies Open decorre este ano de 21 a 23 de abril, com o Pro-Am marcado para dia 20.

 O mais importante torneio feminino de golfe português é organizado e promovido pela Stream Plan, empresa que encerra nos seus quadros e em parcerias diretas uma vasta equipa com grande experiencia na organização de eventos desportivos (Volta a Portugal em Bicicleta, Volvo Ocean Race, Rali Dakar, Campeonatos do Mundo de Vela, Troféu de Portugal TP52, Lisbon Grand Prix Offshore, WCT Figueira Pro, etc.). 

 Em golfe, alguns dos elementos da Stream Plan foram responsáveis ou colaboraram, para além das edições anteriores do Açores Ladies Open, na realização de mais de 30 eventos do European Tour, incluindo o Open de Portugal, Estoril Open, Madeira Islands Open e Brazil Open e ainda inúmeros eventos do European Challenge Tour, Ladies European Tour e European Seniors Tour.

 A organização do evento conta com o reconhecimento oficial da PGA de Portugal (associação nacional de profissionais de golfe) e da Federação Portuguesa de Golfe, organismo máximo do golfe nacional.

 

 A Secretaria Regional de Energia, Ambiente e Turismo dos Açores tem estado presente em todas as edições do Açores Ladies Open, aproveitando o seu forte mediatismo para divulgar os Açores como destino turístico de golfe e de natureza.

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17 DE MARÇO | 1º PRESS RELEASE (PT)

7º Açores Ladies Open


REGRESSO À TERCEIRA COM MAIS PRÉMIOS E NOVA DATA


O MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE FEMININO PORTUGUÊS DISTRIBUI ESTE ANO 35 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS E DISPUTA-SE DE 21 A 23 DE ABRIL, NO CLUBE DE GOLFE DA ILHA TERCEIRA, ONDE TAMBÉM DECORRERÁ A FINAL DO TROFÉU AÇORES / TROFÉU IBÉRICO DE CLUBES, EM OUTUBRO


A 7ª edição do Açores Ladies Open, que foi hoje (sexta-feira) apresentada na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), tem duas grandes novidades: uma nova data e a subida dos prémios monetários, regressando de novo ao Clube de Golfe da Ilha Terceira, onde também se realizou em 2013 e 2015.

Depois de ter nascido em 2011, na Ilha de São Miguel, no Batalha Golf Course, com 25 mil euros em prémios monetários, o Açores Ladies Open distribui em 2017 35 mil euros de “prize-money”, um aumento de 5 mil em relação a 2016.

Embora o Ladies European Tour Access Series (LETAS) contemple este ano torneios de 40 mil e até mesmo de 50 mil euros, a capacidade do Açores Ladies Open acompanhar a subida generalizada dos prémios monetários consolida a sua posição na segunda divisão do golfe profissional europeu feminino, como pode verificar-se na mensagem anexa da diretora-executiva do LETAS, Diana Barnard.

As seis primeiras edições do mais importante torneio de golfe feminino português realizaram-se em outubro e, normalmente, era o penúltimo evento da época no LETAS. Desta feita, haverá uma mudança radical para o início da temporada, sendo logo o segundo torneio de 2017, de 21 a 23 de abril, tendo apenas antes o Terre Blanche Ladies Open, em França, de 31 de março a 2 de abril.

José Carmona Santos, o promotor do evento, da Stream Plan, explica as vantagens destas alterações:

«No início do ano, todas as jogadoras têm interesse em competir, em somar pontos, pelo que a nossa expectativa é que este ano quebremos todos os recordes de participação do Açores Ladies Open e possamos levar à Ilha Terceira mais jogadoras do que tem sido habitual, ao mesmo tempo que acreditamos também que haverá maior diversidade de nacionalidades representadas. 

«A elevação dos prémios monetários contribui igualmente para atrair melhores jogadoras e a informação que nos tem chegado do LETAS é que nestes primeiros torneios da época chegam a participar algumas jogadoras da primeira divisão, do LET, ainda à procura de rodagem competitiva.

«Por outro lado, julgamos que poderemos mostrar a todo o Mundo que segue estes torneios pelos media que é possível jogar golfe nos Açores em abril, numa altura do ano em que essa prática é ainda interdita em muitos países sujeitos a Invernos rigorosos».

A britânica Diana Barnard, diretora de torneios do LETAS, salientou: 

«O Ladies European Tour Access Series, que vai agora para o seu oitavo ano, tem o prazer de regressar ao deslumbrante Clube de Golfe da Ilha Terceira, para a sétima edição do Açores Ladies Open.

«O campo da Terceira é simultaneamente arrebatador e um teste fabuloso ao golfe das jogadoras e eu gostaria de agradecer ao Clube por receber-nos de novo neste palco espetacular.

«Os meus sinceros agradecimentos à Secretaria Regional de Energia, Ambiente e Turismo dos Açores, SATA / Azores Airlines e todos os demais patrocinadores pelo vosso contínuo apoio ao LET Access Series e ao golfe feminino na Europa. 

«Este torneio contribui para o desenvolvimento das carreiras das jovens golfistas profissionais e já verificámos que anteriores participantes alcançaram, posteriormente, um enorme sucesso no Ladies European Tour e até mesmo ao representarem os seus países nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. 

«Estamos desejosas de trabalhar com todas as entidades envolvidas, de modo a mantermos esta tradição e assegurar que o torneio continue a ser um sucesso entusiasmante para todas as partes interessadas».

Portugal só tem três torneios de golfe a contar simultaneamente para rankings mundiais de profissionais e para os rankings olímpicos. O Açores Ladies Open é o único torneio feminino com esse estatuto. Os outros são masculinos: o Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, de 11 a 14 de maio, e o Portugal Masters, de 21 a 24 de setembro. A mudança de data faz com que o Açores Ladies Open seja o primeiro grande evento de golfe do ano no nosso país.

Em termos desportivos, o Açores Ladies Open tem trazido a Portugal algumas jogadoras que acabam depois por brilhar nos circuitos principais da Europa e dos Estados Unidos e no ano passado houve várias atletas olímpicas no Rio de Janeiro que tinham competido em edições anteriores da prova açoriana.

A 6ª edição, em 2016, foi também importante para a bicampeã nacional de profissionais, Susana Ribeiro, alcançar a melhor classificação de sempre de uma portuguesa no torneio, um 10º lugar partilhado com outras três jogadoras, ao totalizar 221 pancadas, 5 acima do Par, após voltas de 79, 70 e 72.

«É o meu melhor torneio de sempre no LETAS, aquele em que obtive a melhor classificação, com o melhor resultado. Claro que é ótimo bater recordes e ficar na história», disse na altura Susana Ribeiro, cuja presença está prevista de novo este ano na Terceira.

Se o Açores Ladies Open tem provado que os campos Batalha (em São Miguel) e da Terceira têm uma elevada qualidade e podem acolher a elite das jogadoras do LETAS, o Troféu Açores e o Troféu Ibérico de Clubes têm, sobretudo, divulgado a Região Autónoma junto de todos os praticantes desta modalidade que cria uma simbiose perfeita entre o desporto e o turismo.

O Troféu Ibérico de Clubes, que atribui a Taça André Jordan, vai para a sua 6ª edição, enquanto o Troféu Açores arranca para a quarta temporada e na equipa organizadora consta também o Club de Golf Ibérico.

O conceito do Troféu Açores é completamente distinto e não se limita a trazer às ilhas atlânticas açorianas as dezenas de jogadores que disputam a Final.

Bem pelo contrário, a ideia consiste em levar os Açores aos cerca de 25 torneios de qualificação que se realizam ao longo do ano em Portugal Continental, Espanha e Inglaterra, nos quais qualquer praticante de golfe pode participar, independentemente do seu nível competitivo.

No ano passado foram 22 os torneios de qualificação realizados e a participação foi elevada. Houve três torneios com mais de 100 jogadores e em 11 deles, ou seja, em metade do total, houve mais de 50.

Em 2016 reforçou-se a internacionalização do Troféu Açores com a primeira etapa disputada em Inglaterra e em 2017 a previsão é que a adesão de clubes aumente. Já está, inclusive, assegurada uma terceira etapa em Espanha. Mantêm-se os torneios da Extremadura espanhola, em Cáceres e Badajoz, mas este ano o circuito irá pela primeira vez à Galiza, a Ponte Vedra.

O Troféu Açores inicia-se este ano a 18 de março, ou seja, amanhã mesmo, no Golfe da Aldeia dos Capuchos, junto às Costa da Caparica e prolonga-se ao longo do ano, para culminar no Clube de Golfe da Ilha Terceira, em outubro, numa data ainda a anunciar.

O Açores Ladies Open, o Troféu Açores e o Troféu Ibérico de Clubes são organizados e promovidos pela Stream Plan, empresa que encerra nos seus quadros e em parcerias diretas uma vasta equipa com grande experiencia na organização de eventos desportivos (Volta a Portugal em Bicicleta, Volvo Ocean Race, Rali Dakar, Campeonatos do Mundo de Vela, Troféu de Portugal TP52, Lisbon Grand Prix Offshore, WCT Figueira Pro, etc.). Em golfe, alguns dos elementos da Stream Plan foram responsáveis ou colaboraram, para além das edições anteriores do Açores Ladies Open, na realização de mais de 30 eventos do European Tour, incluindo o Open de Portugal, Estoril Open, Madeira Islands Open e Brazil Open e ainda inúmeros eventos do European Challenge Tour, Ladies European Tour e European Seniors Tour.

A organização do evento conta com o reconhecimento oficial da PGA de Portugal (associação nacional de profissionais de golfe) e da Federação Portuguesa de Golfe, organismo máximo do golfe nacional.

A Secretaria Regional de Energia, Ambiente e Turismo dos Açores e o Turismo dos Açores têm estado presentes em todas as edições do Açores Ladies Open e do Troféu Açores, promovendo a Região Autónoma e os seus produtos junto de todos os participantes e seus acompanhantes, ao mesmo tempo que têm aproveitado o forte mediatismo de ambos os eventos, sobretudo do Açores Ladies Open, para divulgar os Açores como destino turístico de golfe e de natureza.

Em 2016, todos os dados fornecidos pelo Turismo de Portugal e pelo Turismo dos Açores provam que a Região Autónoma dos Açores foi dos mercados turísticos nacionais que mais cresceram e as previsões para 2017 são de novo otimistas. A aposta prolongada e ininterrupta do Governo Regional dos Açores no golfe tem dado resultados positivos no turismo açoriano. A Stream Plan congratula-se que o Açores Ladies Open, o Troféu Açores e o Troféu Ibérico de Clubes estejam a desempenhar um papel importante nessa estratégia que se alarga, obviamente, a muitas outras iniciativas e eventos.

Press Officer: Hugo Ribeiro

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